Bolos e Tortas Receitas

#FestaJunina – Bolo de Milho

como fazer bolo de milho

Ele é a estrela das comemorações juninas em quase todo o Brasil e aparece na pipoca, nos doces e bolos, na versão cozida e até assado na fogueira! O milho realmente é a cara do São João!

A origem histórica das tradições juninas é a Europa, quando os agricultores realizavam festas para comemorar as colheitas. Em Portugal, a tradição é celebrar a colheita do trigo, que acontece no verão europeu, entre os meses de junho e setembro. Com a colonização do Brasil, o costume foi introduzido aos poucos por aqui. No entanto, o Brasil não era um grande produtor de trigo na época, por isso, as festas começaram a ser celebradas com outro grão, o milho.

(clique aqui e confira dicas para organizar uma festa junina)

E já que estamos na época certa para encontrar este delicioso ingrediente, que tal aproveitar o clima junino e preparar um bolo, super prático e feito no liquidificador?
Uma sugestão cheia de charme é utilizar a receita para assar bolinhos individuais. Eles ficam uma graça na festa junina!

Ingredientes

2 xícaras de milho debulhado (dica: use um debulhador!)
1 xícara (chá) de farinha de trigo comum
1 xícara (chá) de leite
1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar
3 ovos inteiros
3 colheres (sopa) de manteiga sem sal
100gr de coco ralado
1 colher (sopa) rasa de fermento em pó

Modo de Preparo

Bata bem no liquidificador os grãos de milho, o leite, os ovos e a manteiga até que os grãos estejam bem triturados.
Coloque a mistura em um bowl e acrescente a farinha de trigo, o açúcar, o coco ralado e, por último, o fermento, misturando bem até ficar homogêneo.
Unte e enfarinhe uma forma com um furo no meio e coloque para assar em forno preaquecido a 180ºC.
Asse por mais ou menos 50 minutos ou até que esteja dourado e passe pelo teste do palito.
Desenforme morno ou frio.

Dica:
Na hora de escolher espigas de milho prefira as que tiverem folhas flexíveis e bem verdes, com cabelo marrom-escuro. Caso já tenha sido debulhada, veja se a parte de baixo da espiga está macia – isso indica que ela está boa para consumo. Pressione os grãos: eles devem soltar um líquido branco quando apertados. Evite espigas com palha seca ou amarelada, ou ainda muito leves, sinal de que estão faltando grãos.

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Petiscos Receitas

Patês para petiscar

patê

Você sabia que aquele patêzinho que passamos no pão tem origem lá na Antiguidade? Desde aquela época os egípcios apreciavam a carne saborosa dos patos que migravam no inverno em uma espécie de pasta e gregos e romanos utilizavam o fígado de ganso, também em formato pastoso, para confeccionar pratos. Apesar de alguns países se considerarem os donos desta criação, foi mesmo na França, quando a região do sudoeste começou a produzir o foie gras (fígado de ganso), que o patê ganhou fama mundo afora. Aliás, o nome vem do francês pâté, de “pasta”, e é exatamente disso que se trata esse prato tão coringa – uma pastinha saborosa para acompanhar o pão, a torrada, vegetais… as possibilidades são muitas!

Na hora de reunir os amigos e a família o patê faz bonito no petisco e pode ser utilizado com muita criatividade. Facílimo de preparar e de servir, permite mil combinações de sabores e vai bem com outros clássicos do petisco, como torradinhas, crostinis e grissinis.

Basicamente tudo vira patê, basta que se utilize uma base neutra como ricota, requeijão, iogurte e até tofu para versões veganas. Os demais ingredientes podem variar a vontade – vegetais, queijos, carnes, ervas… o tempero pode ser bem básico: sal, pimenta e azeite já garantem um patê bem temperado e equilibrado. Há também versões de origem árabe, feitas com grão de bico e berinjela, que viram ótimos petiscos.

Dica:
Deixe para temperar somente na finalização e prove sempre o patê frio antes de servir, que é quando dá para perceber melhor os aromas e sabores.

Três receitas para receber
pates

PATÊ DE BETERRABA

1 beterraba ralada ou picada
1/2 xícara de ricota fresca
1 dente de alho
Suco de 1 limão grande
4 colheres de azeite
1 pitada de sal
1 pitada de pimenta do reino
1 copo de água

Bata tudo no liquidificador ou processador, acrescentando a água aos poucos até obter uma pasta lisa  homogênea. Sirva regado com azeite extra virgem.

 

PASTA DE GRÃO DE BICO (HOMUS)

1 kg de grão de bico cozido e escorrido (reserve 1/2 xícara da água do cozimento)
4 colheres (sopa) de tahine (pasta de gergelim)
2 dentes de alho amassados
Suco de limão a gosto
Azeite o quanto baste
Sal a gosto

Bata o grão de bico cozido no liquidificador com um pouco da água do cozimento (acrescente a água aos poucos pois o resultado não deve ser um creme muito mole). Reserve.
Misture bem o tahine com o limão, sal e o alho amassado, batendo com um garfo até ficar homogêneo. se necessário acrescente um pouco de água.
Junte o azeite e o creme de grão de bico batido e misture bem. Prove o tempero e acrescente mais sal ou limão se necessário.
Na hora de servir r
egue com mais um pouco de azeite e enfeite com folhas de hortelã ou salsinha picada. Sirva com pão sírio, italiano ou torradas.

 

PASTA DE ABACATE

1 abacate médio maduro
2 colheres (sopa) de iogurte
2 dentes de alho grandes
Suco de 1/2 limão
Sal e pimenta a gosto
Folhas de hortelã para decorar

Retire a polpa do abacate com a ajuda de uma colher.  Em um processador ou mixer, coloque o abacate o alho o sal e o suco do limão.
Junte o iogurte, misture bem e prove o tempero, ajustando se necessário.
Sirva frio decorado com folhinhas de hortelã.

 

Receitas Sobremesas

#EspecialNamorados – Pera com Especiarias

Junho chegou e pede um clima de romance, certo? Um delicioso jantar em uma noite fria, uma taça de vinho e uma sobremesa quentinha e aromática garantem o romantismo. A pera com especiarias é uma sugestão ideal para coroar esta noite e surpreende pela facilidade do preparo e pela explosão de sabores das especiarias que, além de aromáticas, aguçam os sentidos.

As especiarias têm origem em flores, frutos, sementes, cascas, caules ou raízes e permitem diversas utilizações ao mesmo tempo em que fazem diminuir a quantidade de sal, açúcar ou gordura que leva uma receita. Aqui, em combinação com a fruta, as especiarias trazem vida ao prato e perfumam a casa toda. Impossível não se apaixonar.

Ingredientes

4 peras
4 fatias de laranja
245g de açúcar
2 canela em pau
1 aniz estrelado
sementes de cardamomo
10 gramas de gengibre
4 cravos da índia
água o quanto baste

Modo de Preparo

Lave as peras e as descasque finamente, mantendo o cabo. Em uma panela, caramelize o açúcar junto ao cravo, o gengibre, a canela e o aniz. Coloque as peras, a laranja e o cardamomo e cubra tudo com água. Deixe cozinhar por 30/40 minutos em fogo baixo ou até as peras ficarem macias. Vire-as na metade do tempo para que cozinhem por inteiro. Sirva com uma bola de sorvete de sua preferência.pera com especiarias

Receitas Vegetais

Molho de Tomate perfeito

molho de tomate

O molho de tomate é uma das primeiras coisas que qualquer cozinheiro deve aprender a fazer – ele tem mil utilidades na cozinha, é fácil de preparar, conserva-se muito bem e ganha em sabor das versões industrializadas. Segredo não há, mas alguns truques e a escolha certa dos ingredientes farão do seu molho um espetáculo a parte.

O tomate
Fresco, natural e maduro, de preferência do tipo italiano, mais adocicados que as versões nacionais – assim devem ser os tomates para molho.

Para começar, o ideal é branquear o tomate – água fervente por um minuto e depois água fria. Retire a casca com cuidado e parta para retirar as sementes. Para obter um molho lisinho uma boa dica é utilizar um Passa Tomate, que vai dar esta textura suave de uma maneira super prática.

Cebola e Alho
Não há consenso sobre a utilização dos dois em um molho de tomate clássico. Quem ama, pode usar sem medo – a cebola traz dulçor ao molho e o alho com tomate é também um casamento perfeito.

Ervas aromáticas
Uma surpreendente variedade em oferta aqui: alecrim, manjericão, salsa, sálvia, tomilho… todos fazem bonito mas o manjericão talvez tenha nascido para isso: adicionar um sabor mediterrâneo, perfeito quando o assunto é molho de tomate. O alecrim deve ser usado com parcimônia, já que seu gosto é mais pronunciado. Cenoura e aipo também tem seus fãs e funcionam bem em um molho mais pedaçudo e encorpado, como um ragu.

Tempo de cozimento
Para fazer um bom molho de tomate você pode cozinhar os tomates por um tempo muito curto ou deixá-los borbulhar por pelo menos 40/50 minutos, porque eles só começam a liberar seus sucos ácidos após cerca de 10 minutos, e estes leve pelo menos meia hora para evaporar. Assim, se você tem em mãos tomates extremamente bons, tudo que eles precisam é um breve calor (ou nenhum) para se transformarem em um molho delicioso. Já para tomates comuns, um cozimento de cerca de 50 minutos trará o resultado desejado.

Se estiver fazendo grandes quantidades para armazenar (uma ótima ideia!), despeje em potes esterilizados e leve à geladeira ou congele. Ele dura 3 meses no freezer.

Ingredientes

800g de tomates maduros
2 colheres de sopa de azeite
1 cebola pequena picada
2 dentes de alho esmagados
1 colher de chá de açúcar
3 hastes de manjericão fresco

Modo de Preparo

Se usar tomates frescos, coloque-os em uma panela de água fervente e deixe por cerca de um minuto, até que as peles se dividam. Levante e descasque, depois corte grosseiramente. Use o passa tomates se preferir.

Aqueça o azeite em uma panela média em fogo médio-baixo e adicione a cebola picada. Cozinhe por cerca de cinco a sete minutos, até começar a ficar transparente. Junte o alho e cozinhe por mais dois minutos.

Junte os tomates, adicione o açúcar e as hastes do manjericão, reservando algumas folhas. Tempere levemente com sal a gosto.

Leve para ferver, em seguida, abaixe o fogo e deixe ferver por 45 minutos, mexendo ocasionalmente, até engrossar.

Teste o tempero, adicione as folhas de manjericão rasgadas e regue com um pouco de azeite extra-virgem antes de servir.

Dicas

Cinco tipos de cabides

tipos de cabides

Já notou que existem no mercado diversos tipos de cabides diferentes? E isso não é a toa! Roupas diferentes pedem cabides específicos para serem melhor armazenadas, conservadas e para manter seu closet seguro e evitar aquele indesejado franzido do ombro. Então, enquanto cabides de plástico genéricos podem fazer um trabalho aceitável, suas roupas certamente vão durar mais tempo e seu armário será mais organizado se você escolher o tipo certo. Utilizar o tipo certo de cabide para cada peça de roupa também torna mais fácil classificar e organizar seu armário, notar manchas ou outros danos e reduzir o tempo gasto com um ferro de passar.

CABIDES DE ARAME
Sejamos francos: eles geralmente são descartáveis. Servem para transportar a roupa da lavanderia para casa mas não é uma ótima ideia usá-los de forma permanente em seu closet. Se você ainda tem alguns deles, chegou a hora de trocar!

CABIDES PLÁSTICOS
Eles são uma boa opção para pendurar roupas de crianças e itens leves. Funcionam também para blusas, camisetas e vestidos simples, mas procure não utilizá-los em roupas muito pesadas.

CABIDES DE MADEIRA
Cabides de madeira são excelentes para casacos, blazers, calças mais pesadas e qualquer coisa com um pouco de peso. Eles são resistentes, não entortam e são esteticamente agradáveis. Além disso, madeiras de alta qualidade, como o cedro, podem combater odores e deter insetos.

CABIDE AVELUDADO
Cabides de veludo, em que o corpo do cabide é coberto de veludo (ou material semelhante a veludo), são ótimos para pendurar itens delicados de tecidos como seda ou chiffon, pois o material fornece uma superfície antiderrapante. Isso reduz os pontos de pressão e torna os itens menos propensos a escorregar. Cabides de veludo com recortes onde você pode posicionar correias são ideais para qualquer roupa com alças finas. Certifique-se de nunca pendurar itens úmidos em cabides aveludados, para não correr o risco de transferir a cor para a roupa.

CABIDES ESPECIAIS
A dica é investir também em tipos específicos que podem fazer diferença na organização de seu closet. Cabides com presilhas por exemplo são ótimos para manter as calças e saias no lugar, minimizando as rugas. Modelos para lenços, echarpes e cachecóis mantém os itens arejados e evitam acúmulo de mofo. Cintos e gravatas também possuem cabides específicos que facilitam a organização e visualização.

Quer organizar seu closet com muito estilo? Confira nossa seleção de itens que te ajudam a manter tudo no lugar com muito charme.

Receitas

Pizza do Sucesso

pizza caseira

Quem acompanha a @Utilplast no Instagram já descobriu o segredo da loja que faz sucesso em São Paulo desde 1970: nossos colaboradores (#TeamUtilplast). E vem de um deles, nosso gerente da unidade Itaim, Sid, a receita da pizza que foi feita em uma de nossas confraternizações mensais e fez o maior sucesso, igualzinho a nossa loja <3pizza caseira

Dica:
Para garantir pizzas incríveis, elas também foram assadas no forno Tramontina by Breville, que prepara uma pizza deliciosa em cinco minutos graças a sua potência de 1000W – uma praticidade! 

pizza caseira

A massa (para 1 disco de pizza)

Ingredientes

400ml de água morna (não pode ser quente!)
1/2 tablete de fermento biológico ou 1/2 sachê de fermento para pão
1 colher (sopa) azeite
Uma pitada de sal
Uma pitada de açucar
Farinha de trigo até dar ponto

Modo de Preparo

Misture todos os ingredientes e vá acrescentado a farinha de trigo aos poucos, até o ponto de desgrudar das mãos. deixe descansar por meia hora e abra a massa com um rolo.
Pré asse a massa antes de colocar o recheio e leve ao forno para finalizar.pizza caseirapizza caseira

Quer preparar deliciosas pizzas caseiras? Clique e confira nossa seleção de itens indispensáveis.

Dicas

Dicionário de cozinha: Brunoise, Julienne e Chiffonade

cortes em vegetais

Os nomes podem não ser familiares, mas provavelmente você já utilizou esses cortes de vegetais em seu dia a dia na cozinha. Quando se trata de vegetais e verduras existem cerca de 20 diferentes cortes clássicos além de outros, mais contemporâneos. A maioria requer apenas o uso da faca (e alguma habilidade!), mas existem cortes que devem ser feitos com o auxílio de utensílios especiais como mandolines, cortadores, boleadores e afins. Há também a opção do uso de equipamentos como processadores, que facilitam a tarefa principalmente quando é preciso padronização.

Os diferentes tipos de cortes não tem apenas função estética, embora sejam fundamentais em certas finalizações. Eles também são responsáveis por dar sabor e texturas variadas e garantem por exemplo que um prato tenha cozimento perfeito. Cubos de vegetais para uma sopa ficarão ainda melhores se cortados do mesmo tamanho, garantindo cozimento uniforme, assim como uma couve crisp ganha essa textura quando cortada na espessura certa.

Vamos falar agora sobre três cortes clássicos nas cozinhas profissionais e que podem fazer bonito também em seus pratos.cortes em vegetais
Julienne

É o mais versátil dos cortes, feito em finos bastões de 0,3 cm x 0,3 cm x 0,6 cm. Os legumes cortados em julienne podem ser usados para enfeitar, cozinhar no vapor, fritar, refogar e até mesmo crus. Geralmente é o corte do qual se deriva o brunoise.

cortes em vegetais
Brunoise
(lê-se brrunoass)

É um dos mais famosos cortes da cozinha clássica – cubinhos minúsculos, de 0,3 cm x 0,3 cm x 0,3 cm. Normalmente, esse corte é feito a partir do corte Julienne bem fino. Legumes cortados à Brunoise são ideais para saltear na manteiga, pois têm cozimento rápido, e como recheio de preparações. Este corte também é muito utilizado para cebolas e cogumelos.

cortes em vegetais
Chiffonade

Corte em formato de tiras finas obtidas através de enrolamento de folhas de verduras em tubo e corte perpendicular, como se estivesse fatiando um bolo ou pão. As espessuras podem variar um pouco, mas o corte fino é o mais tradicional, como o utilizado na cozinha mineira para a couve. Pode ser utilizado também para o corte de algumas ervas, como manjericão e salsinha.

Dicas:

  • Os cortes devem ser uniformes tanto no tamanho, como na forma, para que cozinhem por igual e tenham uma bela apresentação.
  • Use uma faca de qualidade e bem afiada.
  • Para cortar vegetais, não utilize a mesma tábua em que corta carnes.
  • Posicione uma toalha umedecida abaixo da tábua para que ela não escorregue na hora do corte.
  • Use um bom descascador para aproveitar ao máximo o alimento e não descarte cascas – elas podem e devem ser utilizadas em outras preparações.
  • Preste atenção na posição de seus dedos, eles devem estar recolhidos sob o alimento formando a famosa “mão de aranha”.

Clique aqui para ver uma seleção de utensílios especiais para cortes.

Principais Receitas Vegetais

#Copa2018 Suiça – Batata Rösti

receita de batata rosti

O primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo 2018 será a Suiça (dia 17/06) e é de lá, mais precisamente do Cantão da Berna (a parte alemã da Suiça), que vem a Batata Rösti.
A palavra Rösti significa fina e crocante e define perfeitamente o prato – pequenos fios de batatas juntos que formam ao final uma crocante superfície e um interior macio. Irresistítivel.

Por aqui o prato chegou por meio de imigrantes que se instalaram na primeira colônia suíça em solo brasileiro e, como era de ser esperar, ganhou diversas versões mais abrasileirada. A receita original no entanto requer basicamente apenas dois ingredientes: batata e manteiga. Os sabores extras são opcionais – cogumelos, toucinho e queijos são os que garantem grandes combinações de sabores.

Dicas:
Na hora de escolher as batatas prefira as mais firmes, as do tipo holandesa são as mais indicadas.
Pré cozinhar as batatas no dia anterior garante ainda mais crocância ao prato.
Utilizar uma frigideira de ferro com fundo grosso faz toda diferença! Ela cozinha de maneira uniforme e sem queimar.

Ingredientes

5 batatas de tamanho médio com casca
25g de manteiga
1 colher de sobremesa de óleo vegetal
Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo

Na véspera cozinhe a batata com casca por 15 minutos e deixe esfriar fora da geladeira de um dia para o outro.  Descasque e rale grosso no ralador (veja nossa seleção de raladores!).
Tempere com sal e pimenta a gosto.
Esquente uma frigideira de fundo grosso e coloque a manteiga para derreter junto com o óleo. Quando estiver bem quente adicione as batatas e as espalhe bem pela frigideira. Quando começar a dourar embaixo, com a ajuda de um prato vire-a para cozinhar o outro lado. Todo o cozimento deve levar cerca de 15 minutos (7,5 minutos para cada lado). Sirva em seguida.

Você Sabia?

Sal & Pimenta

Eles temperam nossa vida mas não se restringem apenas ao que comemos! Tão populares, o sal e a pimenta estão ligados não só à nossa sobrevivência, como também no desenvolvimento de civilizações ao logo da existência humana. Tanto o sal quanto as especiarias foram usados no passado como moeda de troca, e foram indiretamente responsáveis pela criação e queda de Impérios. Além disso, ambos chegaram a ser considerados tão — ou até mais — valiosos do que o ouro, e ajudaram a moldar o mundo como conhecemos atualmente.

Sal, na medida certa

O sal é o único mineral que as pessoas comem. É uma substância comum que tem sido procurada por animais e humanos desde o início dos tempos. Um dos registros mais antigos de que se tem notícia e que faz menção ao sal é um manuscrito chinês de farmacologia de 4,7 mil anos, que traz uma longa discussão sobre o emprego, métodos de extração do elemento e a descrição de mais 40 tipos diferentes de sal. Entretanto, o elemento começou a ser usado pelos seres humanos muito antes do surgimento da história escrita, e foi graças a ele que cidades inteiras se desenvolveram e se tornaram prósperas.

O sal teve um enorme impacto no desenvolvimento das civilizações, já que seu papel fundamental na preservação de alimentos não só facilitou a sobrevivência, como permitiu a mobilidade das populações. Os nossos ancestrais seguiam animais em busca de alimento e sal, e suas trilhas foram se transformando em estradas — ao longo das quais pequenos grupos começaram a se fixar, dando origem a comunidades, cidades e, eventualmente, países inteiros.

O sal também teve um papel econômico crucial ao longo da História. A cidade europeia mais antiga de que se tem notícia, Solnitsata, situada no território que hoje corresponde à Bulgária, floresceu por volta dos anos 4.700 e 4.200 a.C. nos arredores de valiosas nascentes de água salobra. Mais tarde, os fenícios se transformaram em verdadeiros mestres na extração e comércio de sal, e foi com os antigos romanos que o comércio se expandiu de verdade.

Passando para os dias atuais, cerca de 17% do sal que consumimos é encontrado naturalmente nos alimentos – do peixe aos vegetais. O restante da nossa ingestão vem do sal que acrescentamos ao cozimento dos alimentos e nos alimentos processados. Nas carnes processadas, o sal atua como aglutinante, controla a cor e melhora a maciez. No pão, fortalece o glúten na massa, proporcionando grãos, textura e força uniformes e permitindo que a massa se expanda sem rasgar. Desenvolve a dureza da casca e até a consistência no queijo. É, portanto, um alimento imprescindível em nossas vidas.

moedor de sal e pimenta

Uma pitada de pimenta

Nada como uma pitada de pimenta para acrescentar a qualquer prato um sabor diferenciado. Desde o século XV, as especiarias são produtos valorizados, importantes, e que dão um toque marcante na comida. A pimenta preta, conhecida aqui no Brasil como pimenta do reino, é e sempre foi a pimenta mais consumida e comercializada no mundo.

A pimenta do reino é um fruto da trepadeira “Piper Nigrum”, originária da Costa do malabar, trecho do litoral no sudoeste do subcontinente indiano. Durante a Idade Média, a pimenta do reino era a especiaria mais importante da Europa, e seu comercio era extremamente forte. Pelo fato de ter tanta força comercial, ela chegou a ser comercializada como moeda, provando o seu alto valor naquela época.

Pelo fato de ser um produto tão caro, se tornou um artigo de luxo, onde apenas as classes mais altas da sociedade tinham acesso. Antigamente, por não existir métodos de conservação dos alimentos, muitas especiarias eram usadas para esconder o gosto forte que se instalava nas carnes que se já encontravam em estado de decomposição, e a pimenta do reino era uma delas.

De sabor suave, e de leve picância, a pimenta do reino se tornou a rainha das pimentas e pode ser utilizada em absolutamente tudo. É a favorita dos cozinheiros, utilizada em diversos países do mundo, e anda sempre junto com o sal na hora de temperar. Seus grãos são secos ao sol igual o café e quando usados, devem ser moídos sempre na hora, pois assim o seu aroma e sabor ficam conservados.

moedor de sal e pimenta

Essencias no tempero

E já que os alimentos que ingerimos ganham vida e sabor com o uso do sal e pimenta, que tal utilizá-los da melhor forma possível?
A melhor dica é dispensar as versões já industrializadas e moer sal e pimenta na hora do uso. Basta um bom moedor e seus pratos ganharão a melhor versão dos dois temperos.

A pimenta é repleta de óleos essenciais altamente voláteis que evaporam logo que entram em contato com o ar. O cheiro que um pote de pimenta recém-aberto exala é prova disso. Ou seja, quanto mais desintegrada a pimenta, menor “área de resistência” seus aromas e sabores terão em relação ao ambiente. Por isso, um bom moedor de pimenta vai garantir que ela chegue ao prato com todo seu potencial e garanta muito mais aroma e sabor.

Já o sal não possui óleos aromáticos e o seu sabor não sofre tantas alterações quando previamente moído. O efeito do sal quando moído na hora é de textura, principalmente quando utilizado na finalização do prato.

Na hora de escolher seu moedor, atenção redobrada à qualidade da lâmina e da resistência do material.

Clique aqui e veja os melhores moedores do mercado, selecionados para você.

Você Sabia?
Até o início do século 20, barras de sal chamadas amoleh eram usadas como moeda oficial na Etiópia.A pimenta-do-reino, costumava ser usada pelos antigos egípcios durante rituais funerários que envolviam colocar seus grãos nas cavidades nasais dos faraós.

O sal também era usado pelos antigos egípcios durante rituais religiosos e na mumificação dos mortos.

Nos antigos teatros japoneses era costume jogar um pouquinho de sal sobre o palco antes das apresentações para afugentar espíritos malignos.

Os antigos gregos e romanos acreditavam que o consumo de cominho podia tornar a pele mais clara.

Pescadores europeus já salgavam o arenque e o bacalhau para poder armazená-los antes da Idade Média. Apesar de o sal ser utilizado para preservar os alimentos, na Idade Média, devido à falta de refrigeradores, as comidas acabavam estragando mais depressa. Assim, as especiarias eram utilizadas para dar sabor aos alimentos que já estavam um pouco “passados”.

Existem diversas menções ao sal na Bíblia, e ele é um dos símbolos utilizados no batismo.

E você já ouviu aquela história de que derrubar sal dá azar? Essa superstição surgiu graças à pintura “A Última Ceia” de Leonardo Da Vinci, que posicionou um recipiente com sal derramado diante da figura de Judas. Não se preocupe se você derrubar o sal… existe um antídoto! Basta jogar um punhadinho para trás sobre o ombro esquerdo.

Os soldados romanos costumavam receber rações especiais de sal chamadas salarium argentum como pagamento — e daí teria surgido a palavra “salário”. Vale lembrar que alguns historiadores negam que os romanos recebiam parte de seu pagamento na forma de sal.

Segundo dizem, os militares ganhavam tudo em dinheiro, e a origem da palavra “salário” estaria relacionada com a Via Salaria, a estrada usada para o transporte de sal até Roma.

O vocábulo “salada” também tem seu surgimento relacionado com os romanos e o sal, já que eles costumavam salgar verduras e legumes para dar mais sabor a esses alimentos.

brunch Dicas Receitas

Água aromatizada

como preparar água aromatizada

Seja no verão ou em qualquer outra estação do ano, hidratar-se é fundamental. Especialistas falam em 2 litros de água por dia para um adulto, quantidade que pode variar de acordo com peso, idade e estilo de vida. E é sempre bom lembrar que esta hidratação deve passar longe de refrigerantes açucarados – água ainda é nossa melhor fonte de hidratação! Isenta de calorias e super refrescante, você ainda pode adicionar a ela um pouco de sabor e aroma preparando versões de água aromatizada. Frutas frescas, legumes e ervas garantem muito mais do que um simples copo de água e são uma opção pra lá de charmosa para receber a família e os amigos. E a preparação pode e deve ser criativa, afinal, as possibilidades de sabor em sua água aromatizada são infinitas!

Mãos a obra
Você vai precisar de jarras, garrafas de vidro ou frascos com tampas ou suqueiras. A combinação fica a sua escolha – frutas e legumes que podem ser descascados ou não e, de preferência, versões orgânicas. Evite qualquer fruta que esteja excessivamente madura ou ervas que não pareçam frescas. Adicione a fruta, ervas, especiarias ou o que você quiser usar em seu recipiente e junte água fria. Simples assim! Use fatias finas ou cubos pequenos porque o sabor vai infundir mais rapidamente.

Seja paciente
Deixe a água descansar por algum tempo para permitir a infusão dos sabores. Quanto mais tempo ficar, mais saborosa a água será. Algumas frutas ou ervas infundirão mais rapidamente do que outras. Frutas cítricas por exemplo garantem sabor quase que instantâneo. Ervas demoram um pouco mais. Se você vai deixá-la descansar, isso pode ser feito em geladeira ou temperatura ambiente, acrescentando cubos de gelo no momento de servir.

Refil
Você pode reabastecer a água algumas vezes e deixá-la infundir novamente, mas os sabores vão ficando cada vez mais suaves.

O que usar
As possibilidades são muitas e algumas são especialmente boas para água aromatizadas:

Ervas: alecrim, tomilho, hortelã, manjericão, coentro, salsa;
Temperos: Paus de canela, vagens de cardamomo, gengibre fresco, cravo, baunilha;
Flores comestíveis: rosa, lavanda, flores cítricas, hibisco, amores-perfeitos, violetas (ou quaisquer que sejam 100% livres de pesticidas);
Frutas: Melão, frutas tropicais, frutas cítricas, maçãs, pêras;
Legumes: pepino, aipo, erva-doce, cenoura;
Água: Filtrada, de preferência

como preparar água aromatizada
Combinações deliciosas

Pepino + morango
Pode parecer inusitada mas a combinação garante uma bebida pra lá de refrescante

Tomate + manjericão
Quem diria! os ingredientes saem da massa e da salada e ganham o copo, trazendo uma sabor fresco para a água.

Abacaxi + Hortelã + Gengibre
Gosto tropical, sucesso garantido

Laranja + Funcho
Para um toque sofisticado em água infundida, use hastes e folhas de funcho perfumadas para infundir, além de fatias frescas de laranja

Framboesa + Laranja
Esmagar as framboesas ajuda a dar mais sabor à sua bebida

Melancia + Hortelã
Sabor refrescante e delicioso

Canela + maçã
Uma mistura clássica e aromática e um toque de outono em sua água, experimente!

Cítricos
Lima da Pérsia, Laranja, Grapefruit, Tangerina, Limão Siciliano… os cítricos são perfeitos para água aromatizada. Use sem moderação.

como preparar água aromatizada como preparar água aromatizada

Dica: Prepare água aromatizada para servir em um brunch. Confira nossas dicas aqui.